Segunda Etapa - Definindo o Pedido

 

 

No S.L.A. a ser disponibilizado para as empresas que farão propostas para os

serviços de alimentação deve-se incluir itens que são fundamentais na preservação da saúde dos trabalhadores, tais como:

  • política de cardápio que privilegie a utilização de produtos em plena safra, pois estes apresentam menor custo e melhor qualidade; 
  • a frequência permitida para os alimentos que, de acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira, devem ser consumidos com moderação, ou mesmo evitados. Entre eles estão os alimentos ultra processados de origem animal ou vegetal, bebidas açucaradas, preparações com gordura trans; 
  • o planejamento, limites e monitoramento das quantidades de sódio, açúcares e gorduras.

 

A alimentação saudável e econômica é composta principalmente por alimentos no seu estado natural e, por isso, pode incluir partes não convencionais de muitos alimentos, como os talos, as cascas e as folhas. O uso autorizado dessas partes requer o treinamento prévio para os profissionais do serviço de alimentação. Tanto a inclusão no cardápio como o treinamento devem estar claramente definidos para quem vai elaborar a proposta de serviços e preços.

 

Através de um bom S.L.A. o fornecedor acorda com o cliente as metas mensuráveis para diferentes processos relacionados a planejamento, preparo, conservação e disponibilização de refeições e lanches aos trabalhadores.

Na definição do S.L.A., além de incluir tópicos relacionados a insumos, higiene, processos produtivos, atendimento, colaboradores e gestão, é fundamental 

enriquecê-lo com itens importantes para se prevenir as DCNTs: tipos e limites de utilização de sal, açúcares e gorduras, limites para resíduos de agrotóxicos, técnicas culinárias especiais e orientação nutricional.

 

A prática efetiva desses itens favorecerá a saudabilidade da alimentação, deixando-a em harmonia com o Guia Alimentar para a População Brasileira.